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A tentativa de mesclar visualmente um Lotus Seven com um Ferrari Berlinetta Boxer em 1989.

Clique na imagem para ler sobre (em alemão) e visualizar mais imagens.

 

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É difícil alguém que realmente goste de automóvel e mecânica não se surpreenda e se sensibilize com a história da Fórmula 1, da Alfa Romeo e da Ferrari, que continuou o legado triunfante da Alfa e a paixão italiana na modalidade.

Para desperta nova ou pueril paixão pelos longínquos monopostos do inicio e metade do século passado, recomendo o texto impecável elaborado pelo colunista do Blog AUTOentusiastas André Dantas.

Clique na imagem para acessar o texto e boa leitura.

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Este Ferrari 250 Europa Vignale Coupe 1954 foi revelado e premiado no Concorso d’Eleganza Villa d’Este 2012. Atualmente pode parecer visualmente estranho, mas imaginar ele dividindo espaço nas estradas com automóveis comuns da década de 50, principalmente com as “banheiras” americanas, concordaremos de imediato que ele possuiu perfil de superesportivo.
Era um dos maiores Gran Turismo do período. Personalizado pelo Carrozzeria Vignale, forneceu a carroceria de aparência agressiva, sobre chassi de um instável e nervoso Ferrari praticamente de corrida, mas com interior luxuoso e confortável para seus passageiros.

Possui dianteira semelhante à de carros Grand Prix da sua época (atual Formula 1), algo que até hoje é repetido: compare a frente de um Ferrari Enzo com um contemporâneo F-1 e concluirá que são parecidos.
O bico do carro de Formula 1 passa uma identidade de esportividade para a dianteira do Enzo, informando visualmente que possuem o mesmo DNA. Esse mesmo tipo de informação visual foi anexado pelo Vignale nos Ferraris que competiram a Carrera Panamericana do início da década de 50 (uma das corridas em estrada mais perigosas da história do automobilismo) e que inspiraram o desenho final deste que é um dos dois 250 Europa Vignale Coupe fabricados.

Fora lançado junto com o modelo 375 America, de motor V12 mecanicamente idêntico, todavia com maior cilindrada e potência. Iniciou uma das mais expressivas séries de esportivos, que ajudou a estabelecer o patamar de excelência que o Ferrari possui atualmente.
Este exemplar, de chassi número 0313EU, foi encontrado abandonado em um galinheiro nos EUA e pessoalmente restaurado por um engenheiro aposentado suiço especializado em Ferraris Vignale.

Fonte fotográfica: eGarage

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47a

O SP12 EPC é um 458 Italia exclusivo, personalizada pelo guitarrista Eric Clapton, que se inspirou no clássico 512BB.  Mais um carro especial na história da Ferrari. Fotos de L.Gilbertson.

A Ferrari acaba de apresentar o F12 Berlinetta. Tal como o seu antecessor, o 599 GTB Fiorano, o F12 possui o motor V12 de 65 º na posição central-dianteira.  Possuindo 6262 cc, apareceu pela primeira vez no FF, mas agora com maior potência no F12: 740 cv. Promete aniquilar na matéria desempenho o festejado Lamborghini Aventador.

A carroceria utiliza 12 tipos de ligas diferentes de alumínio, algumas somente aplicadas na indústria aeroespacial. Utilizadas pela primeira vez no setor automotivo, estas ligas provocam uma significativa redução de peso no veículo.

Os painéis de alumínio que formam a carroceria são montados por robôs, em uma moderna linha de produção na Ferrari Scaglietti, distante do modo de produção artesanal de seu passado.

Já a Moal Coachbuilders, dos EUA, resgata o trabalho a mão, transformando folhas de alumínio em carrocerias com linhas fluidas. Seu mais recente projeto é o Gatto: cupê esporte equipado com um motor V12 com as mesmas especificações do lendário Ferrari 250 GTO.

Resultado de uma colaboração de quatro anos com Bill Grimsley, que estava cansado da falta de conforto e confiabilidade dos seus esportivos italianos antigos, que em suas palavras – “A fantasia era melhor do que a realidade”.

Mesmo com a inclusão de comodidades na encomenda, como sistema de climatização, cambio e freios modernos, Mr. Grimsley (que possui 73 anos) aprecia o desenho clássico das berlinettas antigas e o tradicional estilo de pilotar. Prefere achar um pedal de embreagem e uma manopla de câmbio no interior de um veículo, equipamentos cada vez mais raros em nossa época de ergonomia máxima, com cockpits concebidos para quem esta acostumada a manusear joystick de Video Game, representante da tecnologia do controle eletrônico, como o do F12.

Além  do tipo de carroceria, o uso do alumínio aproxima estes dois exemplares. Material também utilizado largamente na história do automóvel como componente de carrocerias esportivas, mesmo com a progressiva utilização de materiais compósitos (fibra de vidro e carbono), sua utilidade ainda resiste.

Corse Clienti é um programa da Scuderia Ferrari que apóia os clientes Ferrari em atividades automobilísticas. Uma dessas atividades foi à prévia da temporada 2011 do Ferrari Challenge Trofeo Pirelli. O empresário Hideki Francis Onda, cliente Ferrari e usufruidor deste programa, disponibilizou pelo You Tube suas primeiras impressões do novo modelo que será utilizado no Ferrari Challenge 2011: o 458 Challenge.

Segundo o relato de Francis, a mais nova versão de competição da Ferrari conseguiu ser superior a versão antecessora, a F430 Challenge, principalmente se a comparação for relativa à frenagem e estabilidade. De uma forma geral, a evolução foi conquistada: é a mais rápida, controlável e confortável (tem até ar condicionado!) entre as berlinettas Ferrari de competição com motor central-traseiro.

O feioso conjunto óptico dianteiro desequilibra a harmonia estética do carro, mas a pintura de guerra oficial Ferrari disfarça este defeito “congênito” do Ferrari Italia.

O som que sai de seu escapamento é distante da bela melodia que seus antepassados cantavam nas temporadas anteriores desta competição monomarca. O som que surpreende neste vídeo (que pode ser apreciado clicando na imagem acima) é o toc-toc de um salto alto que avisa a chegada de algo que disputa espaço com a paixão por carro em nossos corações: MULHER!

Se você acha que o bastardo que estou me referindo é o Dino 206 GT, enganou-se. Apesar do Dino ter sido fabricado sob o mesmo teto que os superesportivos da Casa de Maranello e não possuir autorização de exibir o emblema do cavalo negro em sua carroceria, anteriormente existiu um pequeno Gran Turimo que obtinha em cada uma de suas peças o DNA Ferrari, mas não se tornou uma realidade no mercado através do maquinário e das mãos dos operários de Enzo Ferrari.

Na década de 60, a Scuderia Enzo Ferrari Auto Corse tinha projetado um diminuto chassi que seria idêntico ao do Ferrari de competição 250 GTO se as medidas fossem proporcionais a ele. Surpreendentemente, o motor 4 cilindros em linha que o equipava era exatamente a redução de um terço do motor V12 do GTO. Foi desenvolvido de olho no lucrativo mercado de esportivos pequenos e de baixa cilindrada que fazia sucesso entre os jovens daquela época, mas o departamento de vendas da Ferrari S.p.A. desaprovou o projeto e não permitiu que um de seus produtos fosse relacionado a classe  de esportivos acessíveis.

Simpático ao projeto, Enzo Ferrari (que utilizava um protótipo do projeto como veículo pessoal), encomendou a criação do desenho do carro a Carrozzeria Bertone e tentou vender o projeto completo a Beretta. Não teve sucesso em convencer um retorno da marca de armas de fogo ao mundo automobilístico.

O projeto foi finalmente vendido para a Autocostruzioni Societa per Azioni, que tinha como sócios: Giotto Bizzarrini (ex-engenheiro da Ferrari), Oronzio De Nora (industrial milanês do setor eletroquímico e grande cliente da Ferrari), Giancarlo Baghetti e Lorenzo Bandini (pilotos da Scuderia Ferrari de Fórmula 1). O resultado final do projeto foi batizado de ASA 1000 GT.

Foi ovacionado pela a imprensa especializada, tanto pelos seus avanços técnicos como pelo seu excelente desempenho em estradas, mas não obteve sucesso de vendas, mesmo possuindo o motor de 1000cc mais potente da época. Seu preço era alto e comparável à esportivos com maior cilindrada e desempenho.

Se o renegado ASA 1000 GT exibisse o brasão de sua verdadeira família, provavelmente o período de fabricação (3 anos) e o volume de veículos fabricados (cerca de 75 exemplares) seria maior.

Complementando o excelente texto do AUTOentusiasta Juvenal Jorge , que você pode ler neste link, aqui esta a polêmica matéria da revista britânica Autocar (publicada em 2005) que ele estava se referindo.
Clique nas imagens para ver em tamanho maior e ler (texto em inglês).

Imagens scaneadas por GordonM (M5Board.com)

Na edição de Novembro da revista norte-americana Road & Track foi publicada uma interessante reportagem sobre a diferença entre carros esporte licenciados para rua (BMW M3, Chevrolet Corvette ZR1, Ferrari F430, Jaguar XKR e Porsche 911 GT3) e suas versões de competição para a classe GT da American Le Mans Series (BMW M3 GT, Chevrolet Corvette C6.R, Ferrari F430 GTC, Jaguar XKR GT e Porsche 911 GT3 RSR).

É notório que os carros de competição são mais seguros e rápidos (menos confortáveis também), mas as curiosidades técnicas sempre “orbitam” nossas mentes.

A publicação impressa teve a colaboração dos pilotos das correspondentes fábricas para testar as versões e demonstrar as diferenças de desempenho e de tempo por volta no circuito de Miller Motorsports Park, em Utah (EUA).

Algumas das diferenças são notadas visualmente (e sonoramente): menor altura do solo, pneus slicks com paredes laterais mais altas, escapamento com saída lateral (C6R), retrovisores menores, retirada de todo o acabamento interno, itens de conforto e bancos originais, uma série de comandos “simplificados”, numerosos apêndices aerodinâmicos e extratores de ar que provocam mais pressão aerodinâmica. Outras diferenças são mais técnicas: haste de fixação da asa traseira em formato de “pescoço de cisne” (XKR GT) para fornecer maior área de superfície abaixo da asa, peças mais leves para maior redução de peso, motor preparado deslocado para baixo (M3 GT) e para trás (XKR GT), freios mais potentes, inexistência de ABS, utilização de transmissão sequencial transeixo e reprojeto estrutural de rigidez torsional e flexão.

Também notamos as heranças dos carros de competições nos legalizados para rua, como: difusor traseiro integrado (F430), disco de freio carbono-cerâmico e rodas com porca única central (911 GT3).

Existe outro aspecto que não é notado: o da versões de competição terem menor potência do que as de uso legal para rua (C6R e F430GTC). Mesmo assim, as de competição são mais rápidas.

Os Track Cars além de serem laboratórios móveis, cumprem o seu papel nos autódromos pelo mundo: ser o mais rápido se for utilizado tecnicamente. Os Road Cars proporcionam prazer ao dirigir em um tempo maior, de forma mais “neutra” e com desempenho quase igual a um Track Cars (é o caso do Porsche e do Chevrolet).

A durabilidade mecânica das versões de pista é colocada a prova na ALMS. Sendo uma competição com duração de 24 horas, lá não se obtém o mesmo convívio pacífico que uma versão disponível nas concessionárias pode proporcionar.

O CARRO: O Ferrari 512 BBi é o último da série de atualizações do Ferrari 365 GT4 BB. Seu motor 12 cilindros contrapostos, com injeção eletrônica Bosch K-Jetronic, produz 340cv.
O BB (Berlinetta Boxers) foi concebido para responder ao rival Lamborghini Miura.

O CLIPE: I Can’t Drive 55 é um manifesto musical contra o limite federal de velocidade máxima em rodovias nos EUA, que na época era de 55 milhas por hora (88 km/h). Esta música foi o maior hit de Sammy Hagar em carreira solo e faz parte do álbum VOA (um acrônimo de Voices of America) de 1984.

Para ter acesso a Parte 1 de Automóveis e Videoclipes , clique aqui.